É impressionante como essas águas nos dão disposição
Mas aquele assobio não sai da janela
E fica dizendo coisas que eu sei que não são possíveis
Só que às vezes eu me esqueço
E isso já tem um fim certeiro
Eu não sei se o novo é que continua
Pare de me atormentar com suas canções belas
Já foram dezessete e nenhum foi
Me falta o que provavelmente não veio
Depois dos quatro tempos, virão mais mestres
Tudo muda, menos a ironia de achar
Que esses versos podem existir.
A Poesia Dama Nômade
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Fê
Quando me dei conta de que tinha que te escrever (escrever você mesmo), pensei que ia ser o maior texto já feito. Mas aí vi 2011, um pouco de 2012, mais um tanto de 2013, e sinceramente basta registrar o seguinte:
- Eu tô com sede. (sem dinheiro pra comprar um suco e dividir)
- Eu só tenho água pra te dar...
- Tudo bem, eu bebo no bebedor.
Parei. Pensei.
- Ah, eu também tenho amor, amizade, companheirismo...
- Ah, isso você já me dá todo dia.
(tum tum, tum TUM, TUM TUM...)
Nesse ambiente aqui a única coisa boa é você Fê.
Dizer "Tchau". Ainda bem que eu não vou ter que dizer isso nunca.
- Eu tô com sede. (sem dinheiro pra comprar um suco e dividir)
- Eu só tenho água pra te dar...
- Tudo bem, eu bebo no bebedor.
Parei. Pensei.
- Ah, eu também tenho amor, amizade, companheirismo...
- Ah, isso você já me dá todo dia.
(tum tum, tum TUM, TUM TUM...)
Nesse ambiente aqui a única coisa boa é você Fê.
Dizer "Tchau". Ainda bem que eu não vou ter que dizer isso nunca.
E, enfim, é o mais breve texto, com o maior dos significados.
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