Conforme o passar dos anos, com a separação da Pangeia, a Mata Atlântica foi consequentemente dividida nos territórios da África e do Brasil (a maioria), que são regiões localizadas entre os trópicos.
A umidade do Oceano Atlântico é o que determina o clima da nossa imensa floresta, que, a propósito, já foi muito destruída, restando apenas 1% da floresta original. E devido a constante perda que temos, foram também afetados diversos animais, que se perderam durante as eras, enquanto os que sobreviveram passaram por diversas etapas e fases de evolução. Daí a explicação para tantas diferenças entre um mesmo gênero.
Paulo Vanzolini, esclarece a Teoria dos Refúgios, que explica que ocorriam áreas isoladas em determinados períodos quando a seca predominava. E o gelo aumentava. Nesses períodos a Mata Atlântica e também a Floresta Amazônica eram substituídas por Cerrado. E mantinham-se pequenos espaços, que eram o "refúgio" dos animais.
O período em que essa condição se dava é denominado Era Glacial.
Aziz Nacib Sab, diz: "Há uma longa história, de sucessão de variação de espécies de animais, desde a Era Terciária ". Afirmação que se encontra com os 8 milhões de anos de evolução da Mata Atlântica.
Uma das características da mata são as bromélias. E além das bromélias, a Mata Atlântica tem como uma de suas principais características a árvore Quaresmeira.
No entanto, é claro que a quantidade de Quaresmeiras existentes é, sem dúvida, um número muito pequeno em relação ao princípio, desde a separação da Pangeia e/ou de quando elas surgiram, assim como a quantidade de bromélias, e a quantidade de Floresta. Sendo que este é um dos maiores e mais graves problemas ambientais de hoje em dia.
Quando o assunto é problema ambiental, quase que automaticamente nos vem a mente o desmatamento. A própria mídia, as revistas e jornais, contém matérias do assunto, e uma série de informações. Porém, a conscientização ( que é de extrema importância ), não é o único passo a ser tomado. Depois desta etapa, temos que aplicar aquilo que aprendemos a nossas vidas, ao nosso cotidiano.
Saber a respeito do desmatamento na Mata Atlântica (e em vários outros biomas), não serve apenas para manter-se bem informado sobre a destruição constante e a degradação do bioma. É para ser feita uma reflexão sobre o assunto, para sugerirmos ideias de melhoramento, para criarmos propostas de ações que podem ser realizadas, à favor da vida que há em cada árvore, a favor da preservação da mata existente e da recuperação de áreas devastadas.
Devemos procurar uma forma de extrair e utilizar os recursos naturais, evitando ao máximo causar o desmatamento. Sem esquecer que nós fazemos parte de tudo isso, e que assim como outros animais, dependemos da natureza. Nós podemos buscar a preservação da Mata Atlântica, e também de toda floresta que ainda resta, conciliando nossas necessidades enquanto sociedade.

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